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12 de set. de 2018
5 de set. de 2018
Relacionamentos fracassados parte 1.
RELACIONAMENTOS
FRACASSADOS
1ª Parte
Essa
é uma experiência verídica ocorrida entre os anos de 1995/2007, que segue
pontualmente o relatado:
Tentando fugir de uma relacionamento da
puberdade, a procurar refúgio para seu coração, ele, C.X.M retorna à sua terra
natal no interior de Minas Gerais. Comunicador nato, carismático e de fácil
empatia logo conhece a mulher que iria estraçalhar feito faz uma granada seu já
sangrado coração.
N.A.T, mulher negra canela, cabelos longos e
cacheados, sempre trajando roupas sensualmente respeitosas e de um perfume
nunca sentido, arrisca ele, via um guardanapo de mesa de bar aproximar a tanto
encanto.
Ela, que também acabara de sair de um
conturbado casamento, provavelmente receosa, não sedeu aos encantos do
pretendente. Comerciante proprietário de uma lanchonete e pizzaria do local, o
rapaz quase solta o coração pela boca ao vê-la entrar em seu estabelecimento
acompanhado de uma garotinha que depois veio a saber ser sua filha. Garota esta
ter pouco mais de 3 anos. Neste mesmo dia, entre o trabalho os fretes e
conversas rápidas da própria souber que ela ainda tinha outras duas filhas e
todas com iniciais do nome M, M, M, sendo a que a acompanhava era a mais nova.
Deslumbrado, era difícil de acreditar que aquele corpo tão perfeito, tão
escultural já provera 3 filhas.
Neste dia, o pretendente conseguira agendar um encontro, que parecia ser
para ele ter encontrado de novo, solo à seus pés, céu para a sua alma e a
possibilidade de fazer voltar a sorrir seu sangrado coração.
Continua. . . . .
4 de set. de 2018
Bicho esta pegando.
Bom dia , acredita que para receber um documento no qual eu mesmo investigo um chip meu, nos últimos 8 meses somente recebo pelo correio, e te digo demora mas esta chegando, e que maravilha este mundo moderno, pois eu não lembro direito a onde eu fui com quem com este numero, nem para quem eu liguei mais ou recebi chamadas, como estou num trabalho meu, resolvi eu me lembrar vendo tudo no papel, ou nos áudios gravados, isto de mim mesmo, então o correio esta chegando, irei ter respostas mal resolvidas, para eu poder terminar o meu trabalho no blog, tópico traição.
A meu trabalho no blog vai ter exemplo traição dupla, tb historias reais com nomes ficticiosos mas uma coisa é certa, muita gente vai se identificar, sabem porque muitos já passarão por isto e muitos irão passar, mas como meu blog, é de alerta vou começar a contar a historia de vários personagem, e posso com certeza identificar e provar minhas postagens. Namaste.
A meu trabalho no blog vai ter exemplo traição dupla, tb historias reais com nomes ficticiosos mas uma coisa é certa, muita gente vai se identificar, sabem porque muitos já passarão por isto e muitos irão passar, mas como meu blog, é de alerta vou começar a contar a historia de vários personagem, e posso com certeza identificar e provar minhas postagens. Namaste.
30 de ago. de 2018
Você é viciado em sites de relacionamentos?
“Por uma noite ou por toda a vida”, “um parceiro sob medida para atender você” … muitos de nós fantasiamos sobre encontrar o pote de ouro no fim do arco-íris des amores prometidos nos sites de relacionamento na Internet. Mas tome cuidado, pois esses sites estão crescendo cada vez mais e em risco a criação de uma nova geração de viciados. Para todos que estão sempre conectados nesses tipos de sites, é melhor começar a dimunir o ritmo. Veja aqui se você é viciado em sites de relacionamentos.
“Eu não consigo fazer mais nada. Antes de ir para a cama eu verifico meus e-mails, e de manhã, quando eu acordo também “, admite Phillip, 32. “Descobrir o que está escondido atrás de um nome de usuário é loucamente emocionante”, confessa Virginia, 35.
Criar um perfil, conversar livremente e conhecer estranhos em sites de relacionamentos está se tornando um passatempo cada vez mais popular. Essas escapadas virtuais são como lojas abertas 24 horas aonde tem sempre clientes, a qualquer hora do dia.
Nos Estados Unidos por exemplo, o uso de sites de relacionamentos aumentou de 33% para 73% e na Europa tem mostrado um aumento moderado nos usuários, bem como um crescimento de 17,5% no número de usuários no Meetic, um site de relacionamento europeu criado em 2009. Os usuários mais engajados são solteiros é claro, e à procura de um relacionamento duradouro, mas isso não é tudo.
Existe agora uma nova geração de viciados em livros de auto-ajuda: solteiros e casais, com contas em sites de relacionamentos. Descubra como uma simples diversão pode se transformar em uma compulsão doentia.
Parece que estamos cercados por casais ‘duradouros’ que se conheceram através de sites de relacionamento. No entanto, se o amor parece ser um porto seguro em tempos de crise, então o sexo é também. E para potenciais viciados em sexo, sites de relacionamentos não são necessariamente uma bênção. Os sites de relaciomentos podem incentivar o vício sexual, e para alguns, tornando-se consciente de que este é a chave para liberação.
A terapeuta sexual Brigitte Martel diz: “A pesquisa mais avançada com base em uma lista de critérios inclina-se para objetivar as pessoas, e deixa muito pouco espaço para realmente conhecer alguém no mundo real.” O resultado é que os usuários dos sites de relacionamento, muitas das vezes não olham para uma pessoa real, mas um conjunto de critérios. Essa busca pode vir a ser interminável, onde o ideal simplesmente não existe.
Haverá sempre uma questão que está não estará respondida, juntamente com os fraudadores, que mentem sobre sua idade, usam uma foto falsa etc. Há muitos obstáculos para aqueles que estão à procura de um relacionamento duradouro, mas, em contrapartida, esses obstáculos não importa muito para os viciados que são atraídos em namoro compulsivo e para alguns, existem vários encontros sexuais neste caminho.
Catherine Blanc e outros especialistas concordam que a compulsão sexual vem de um problema com a identidade. A imagem narcísica é fraca e vazia de algo que a pessoa procura para substituir com uma espécie de sexualidade onde o outro é muitas vezes objetivado “Este é o lugar onde um certo interesse em sites de namoro vem, conta Brigitte Martel:” Eles procuram acalmar essa ansiedade, proporcionando uma resposta para ela ou melhor, a ilusão de uma resposta, que é constantemente renovada com o encontro sexual “
Ao fornecer uma escolha quase ilimitada e muitas opções para encontrar novas pessoas que vão atender as expectativas do viciado, o site de namoro nunca falha em sua missão. A satisfação que ele traz tem um preço, porém, além de taxas de adesão. Custo pessoalmente também. Ter um perfil em um site de namoro faz com que seja necessário estar sempre conectado e manter a verificação constantemente.
“Estar constantemente à procura e criar contas em sites de relacionamentos pode levar até uma quantidade ridícula de tempo, e, em casos extremos, faz com que haja alienação do mundo físico,” Afirma Brigitte Martel. A criação de um perfil, conversas pela internet e organização de reuniões podem se tornar uma actividade a tempo integral, para alguns, e pode levar ao corte de contato com a família e amigos. Um vício tem certos sinais, e detectar estes, a fim de tentar identificar o problema, com a ajuda de um psicoterapeuta muitas das vezes é o primeiro passo para uma solução.
Mudo Virtual;
Projeto, vida de viúvo experiencias propiás e pesquisas sobre o tema, em sites de relacionamentos, chat, em salas de bate papo, e outros sites,um mundo a onde poucos penetraram tão fundo pois, na maioria dos tópicos eu participo ativamente junto, ou seja vou la ver de perto o problema, e as vezes me torno parte da historia, bem vamos lá o convite esta de pé quem quiser acompanhar siga o blog.
S
V
Vida.
Nascemos de uma relação a dois nunca a um, nem que seja artificial, inseminação, pois depende de outro ser para poder ter o sêmen, então nasce um lindo bebe. vai crescer, ser cuidado pela família, normalmente mãe e pai, não é de regra, mas alguns são criados longe da família, inclusive recebendo o dobro de amor, que poderia ter recebido de pais biológicos, então o pensamento é o seguinte não abandone os seus, para não fazerem a mesmo coisa com você, Namaste.
Observação como eu estou escrevendo editando fazendo tudo sozinho, me desculpem erros de grafia, pontos, virgulas que faltam, pois humildemente peço desculpas pois deveria ser bom em português, mas não é meu forte, escrever gosto de usar o verbo.
Meu pensamento sobre a vida eu estou de ferias na terra, sim de ferias vim viver conforme meu livre arbítrio, como assim sempre priorizei fazer oque eu gosto, ou seja vivo uma vida espiritual, e uma vida material, interligadas, então todos dias ganho um presente vai viver do jeito que tu quer e eu estou sempre de ferias, sabe porque não sei o milésimo seguinte então tenho a obrigação de estar vivendo oque eu escolhi, e na alegria pois tristeza não existe esta na sua cabeça.
Bom dia ,depois de alguns anos afastado do blog, pois tinha realmente desistido, do blog e da falta de incetivo e de ver tudo acontecendo da mesma forma e pior ainda, e eu criei este blog na época para prevenir para que nada disto acontecesse com algum de vocês que lerem o blog, mas infelizmente acho que não consegui, então vou contar uma historia real e estou nela sou o cara que conversa com ela e, ela me respeita como pessoa e como ser humano que ela é eu eu também, vamos la.
Céu blus
Então como resolvi reativar o pensador, Paulo Bueno, vou começar a contar, nome fictício Céu de Blues casca veletes, pois bem ela tem 36 anos muito bonita e era muito mais linda, ainda antes do crack,família classe media alta bom padrão conheço pessoalmente, ela tem uma linda filha e todos moram juntos na mesma residencia, bem não quero e nunca quis sexo com ela, para já deixar claro, eu estou tentando fazer a minha parte, ou seja se lerem o blog saberão o meu trabalho, continuando estamos eu e ela agora contado a vida dela, a dez anos atras ela conheceu uma pessoa, ela começou com a maconha com 17 anos de idade e ate os 24 somente maconha, depois infelizmente conheceu o PAI DA FILHA DELA QUE COLOCOU ELA PRIMEIRO NA COCAÍNA E DEPOIS NO CRACK, eu defendo a legalização da maconha medicinal e recreativa, olhem bem estou expondo a realidade e não estou tapando o Sol com a peneira, hoje ela esta limpa a 7 meses graças ao Grande Arquiteto do Universo, ela esta viva, e estou tentando fazer a minha parte, alias sempre fiz e vou fazer, pois oque a maõ direita faz a esquerda não precisa saber, mas tirar uma alma da lama eu ganho muito mais que ela, isto também serve como terapia para ambos, ajude seu próximo e critique menos a sociedade esta carente de amor, boa noite Namaste,
Céu blus
Então como resolvi reativar o pensador, Paulo Bueno, vou começar a contar, nome fictício Céu de Blues casca veletes, pois bem ela tem 36 anos muito bonita e era muito mais linda, ainda antes do crack,família classe media alta bom padrão conheço pessoalmente, ela tem uma linda filha e todos moram juntos na mesma residencia, bem não quero e nunca quis sexo com ela, para já deixar claro, eu estou tentando fazer a minha parte, ou seja se lerem o blog saberão o meu trabalho, continuando estamos eu e ela agora contado a vida dela, a dez anos atras ela conheceu uma pessoa, ela começou com a maconha com 17 anos de idade e ate os 24 somente maconha, depois infelizmente conheceu o PAI DA FILHA DELA QUE COLOCOU ELA PRIMEIRO NA COCAÍNA E DEPOIS NO CRACK, eu defendo a legalização da maconha medicinal e recreativa, olhem bem estou expondo a realidade e não estou tapando o Sol com a peneira, hoje ela esta limpa a 7 meses graças ao Grande Arquiteto do Universo, ela esta viva, e estou tentando fazer a minha parte, alias sempre fiz e vou fazer, pois oque a maõ direita faz a esquerda não precisa saber, mas tirar uma alma da lama eu ganho muito mais que ela, isto também serve como terapia para ambos, ajude seu próximo e critique menos a sociedade esta carente de amor, boa noite Namaste,
Bom dia. Parte dois;
Bom dia, o Rei Sol brilha la fora me trazendo boas energias e me dando mais um dia de força e vigor, sendo assim a ampulheta o tempo passa muito rápido, minha primeira postagem do dia, preciso de alguma maneira internar o Céu de BLues ou ela vai morrer, não adianta eu deixar só para eu ajudar, seria egoismo meu quem não sabe oque é isto leia esta postagem acima primeiro. Socorro Namaste.
Hoje na data hora e tempo Verbal, venho aqui para manifestar minha indignação, muitos falam em ajudar o próximo, na teórica então nem se fala quando em discursos inflamados, de ajuda ao próximo no papel,e como deve se comportar um bom cidadão na sociedade, e na pratica quem faz realmente quem arregaça as mangas e vai a luta levar realmente ajuda, não falo de grana mas sim ajuda, um abraço para quem necessita, um cafe com pão para os desabrigados, uma ajuda para salvar uma vida e varias vidas que estão sendo exterminadas todos dias, preciso de gente corajosa que queira montar um ONG comigo, tenho o projeto todo funcionado e tenho uma equipe, mas preciso de socorro ou vai morrer Ceu de Blus e muito mais seres humanos pois saiam da teórica e entre na ´pratica ler livros e falar bonito todo mundo faz, mas trabalhar para o próximo somos a minoria. Namaste.
18 de set. de 2015
Crianças especiais.
Desenolvimento cognitivo e o processo de aprendizagem do portador de síndrome e Down: revendo concepções e perspectivas educacionais .
Maria Luísa Bissoto
A síndrome de Down é uma anomalia nos cromossomos que ocorre em 1,3 de cada 1000 nascimentos. Por motivos que ainda se desconhecem, um erro no desenvolvimento da célula, leva à formação de 47 cromossomos em lugar dos 46 que se formam normalmente. O material genético em excesso, muda levemente o desenvolvimento regular do corpo e o cérebro. É um dos defeitos genéticos de nascimento mais comuns.Afeta todas as raças e a todos os níveis econômicos igualmente. Não existe cura para a Síndrome de Down e tão pouco é possível prevení-la. Em nenhum caso, a S.D. pode atribuir-se a algo que fizeram ou deixaram de fazer os pais.
Em que se diferencia uma criança com Síndrome de Down?
As pessoas com S.D têm mais semelhanças que diferenças com as pessoas
com desenvolvimento regular. Por outro lado, existe uma grande variedade
de personalidade, estilos de aprendizagem, inteligência, aparência, obediência, humor, compaixão, compatibilidade e atitude entre os bebês com S.D.
Fisicamente, uma criança com Síndrome de Down
pode ter olhos amendoados, e orelhas pequenas e ligeiramente dobradas
na parte superior. Sua boca pode ser pequena, o que faz que a língua
pareça grande. O nariz também pode ser pequeno e achatado no meio.
Alguns bebês com S.D. têm um pescoço curto e as mãos pequenas com dedos
curtos. São crianças com uma inteligência social excepcional.
11 de nov. de 2014
15 de jul. de 2012
Vício em internet
Vício em internet é considerado problema psiquiátrico
Assim como algumas pessoas são viciadas em drogas, no jogo e no tabaco, outras são em passar horas na internet, fenômeno que um crescente grupo de especialistas dos Estados Unidos considera um problema psiquiátrico.
O vício na rede já foi diagnosticado por alguns especialistas como uma dependência da internet, e estima-se que de 6% a 10% dos cerca de 189 milhões de internautas nos EUA sofram desse mal.
Também chamado de "compulsão à internet", esse vício é detectado no caso de comportamentos relacionados à internet que interfiram na vida normal de uma pessoa, causando stress agudo em sua família, em suas relações de amizade e no trabalho.
Uma pessoa que passa horas por dia em frente ao computador navegando pela internet, enviando e-mails, negociando ações, em salas de bate-papo ou jogando pode ser considerada um "ciberviciado" e, portanto, precisa de ajuda.
É o que consideram especialistas como a psiquiatra Hilarie Cash, cujo consultório, o Internet/Computer Addiction Services, na Universidade da Pensilvânia, é visitado por pacientes diagnosticados com a "internet-dependência".
Cash identificou como sintomas da "internet-dependência" a constante preocupação em "estar conectado", mentiras sobre o tempo que a pessoa passa navegando ou sobre o tipo de conteúdo visualizado, além de isolamento social, dor nas costas e aumento de peso. "Se o padrão de uso da internet interfere em sua vida ou tem impacto em suas relações de trabalho, de parentesco e de amizade, você deve estar com problemas", afirma outra especialista, Kimberly Young, uma das mais importantes pesquisadoras sobre as dependências em relação à internet.
Young é a fundadora do Center for Online Addiction, com sede em Bradford, Pensilvânia, onde funcionam grupos de apoio às "ciberviúvas", ou seja, esposas de viciados em relações amorosas, pornografia ou em apostas pela internet.
Na opinião de Young, os internautas que sofrem dessa dependência optam pelo prazer temporário em vez das relações íntimas e profundas.
Os doentes cibernéticos entram em um círculo vicioso, já que a perda de auto-estima cresce à medida que aumenta sua dependência em relação à internet, o que eleva sua necessidade de escapar da realidade e de se refugiar na rede. "A infidelidade via internet é o maior problema de que tratamos.
Mais de 50% de nossos clientes são indivíduos e casais que sofrem com as conseqüências disso", disse Young, autora do livro "Caught in the Net" ("Apanhado na Rede"), o primeiro a abordar o tema do "ciberadultério".
Outros tipos de dependências são as relacionadas com atividades interativas como o "bate-papo", a mensagem instantânea e os video games, assim como os sites de apostas, leilões e compras. Para Cash, os viciados em internet tendem a ter outros problemas psiquiátricos, como depressão e ansiedade, ou a enfrentar relações familiares problemáticas.
Esse panorama confirma o resultado de pesquisas citadas por psiquiatras especializados na "internet-dependência", que revelam que mais de 50% dos viciados em internet também são dependentes de drogas, álcool, tabaco e sexo.
Nos EUA, a "compulsão à internet" é tratada por um crescente número de centros médicos especializados, entre eles os da Universidade de Maryland, em College Park, e o Computer Addiction Study Center, do Hospital McLean, em Belmont, Massachusetts.
No entanto, alguns psiquiatras são céticos e dizem que o uso abusivo da internet deve ser classificado como dependência "legítima", já que não tem os mesmos efeitos negativos na família ou na saúde que dependências propriamente reconhecidas, como o alcoolismo.
"A internet é um meio de comunicação. Não é como a heroína, que isola a pessoa e a torna dependente", disse a psicóloga Sherry Turkle, autora do livro "Life on the Screen: Identity in the Age of the Internet", um dos guias dos que consideram que não há nada de mau na atual febre cibernética.
EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.
30 de jun. de 2012
POPPERS.
O cenário preferido das drogas da moda parece ser sempre a vida noturna. Em raves e festas fechadas não são raros vidrinhos de Poppers espalhados pelo chão.
A droga foi criada inicialmente como um remédio para angina (dor no peito), mas o benefício não compensava por causa dos seus efeitos colaterais, como queda de pressão e desmaio. No entanto, sua fabricação continuou, de maneira clandestina.
Líquido que, depois de inalado, dá uma sensação intensa de tontura, traquicardia e agitação que dura poucos minutos.
Os poppers consistem num liquido amarelo claro vendido em pequenos frascos ou ocasionalmente em pequenas ampolas de vidro que são partidas sobre lenços de modo a que os seus vapores sejam inalados. O vidro quando se parte, faz um ruído um estalido característico, e é dai que provem o seu nome no mercado negro.
Devido a esta característica, os poppers tornaram-se na designação de rua do nitrito de amilo, um antigo vasodilatador, ressuscitado dos anos setenta.
O nitrito de amilo é utilizado na tratamento da angina e da constrição dos vasos sangüíneos com destino ao coração. Ele dilata os vasos sangüíneos provocando um ímpeto de sangue através do corpo e do cérebro que pode ser vivido como um efeito euforizante.
Os efeitos pretendidos são intensos mas vividos com muita brevidade, pelo que as vezes é usado durante o ato sexual. Os efeitos secundários podem ser tonturas, rubor, náuseas, vômitos, dores de cabeça, desorientação e desmaios.
Os riscos de curto prazo da ingestão do nitrito de amilo consistem principalmente em acidentes ocorridos sob a sua influencia. A ingestão oral do liquido, em vez da sua inalação, é extremamente perigosa e tem existido um pequeno numero de mortes devido a isso.
Os riscos a longo prazo são: prolongadas dores de cabeça, redução dos batimentos cardíacos e da pressão arterial.
O QUE É Estimulante. - Nitrito de amilo -
Usado no século XIX para aliviar a angina de peito. Droga essencialmente gay. Líquido inalável.
COMO É USADO Por inalação.
COMO É NORMALMENTE ADULTERADO Não é misturado.
EFEITOS O famoso popperazo antes do clímax sexual: descontrole cardíaco, enjôo, abertura do esfíncter anal. Induz orgasmos explosivos.
DURAÇÃO De 10 a 30 segundos.
EFEITOS SECUNDÁRIOS Enjôos, lesões cardíacas e, diz-se, pode provocar o sarcoma de Kaposi em aidéticos.
PARA QUE É USADO Para o sexo. É inalado no momento que antecede o orgasmo.
NA GÍRIA Poppers.
PERFIL DO CONSUMIDOR A comunidade gay discotequeira mais promíscua e radical e technoheads bissexuais.
A droga é inalável e, para o estudante universitário Matheus, vinte e um anos, provoca efeitos semelhantes ao do lança-perfume. “A sensação é de uma paulada na cabeça. Os sons ficam diferentes e o corpo mais leve. É ótimo para dançar”, descreve Matheus.
Mas essa não é a única razão pela qual a droga foi resgatada dos anos 70. Como se trata de um vasodilatador, a substância facilita a virilidade, a relação sexual e a penetração anal. Por isso, o Poppers, que custa cerca de R$ 30 cada vidrinho, acaba sendo um aditivo para casais homossexuais.
Nilo Momm
24 de mai. de 2012
Drogas sintéticas
são substâncias ou misturas de substâncias exclusivamente psicoativas produzidas através de meios químicos cujos principais componentes ativos não são encontrados na natureza. O termo sintético é na realidade ao que designa pois grande maioria dos fármacos consumidos para todos os fins são sintéticos, bem como aditivos alimentares e substancias utilizadas como cosméticos
Podem ser utilizadas sob as formas de injeção, comprimido ou pó, variando seu efeito e seus malefícios de acordo com a substância utilizada. São principalmente consumidas por jovens e adolescentes em seus períodos de divertimento que a partir do roteiro de lazer definido determinam a droga a ser utilizada.
A maioria das "drogas sintéticas" apresenta efeito psicotrópico: alucinógenos, estimulantes ou depressores (entorpecente) no sistema nervoso central (SNC) e são consideradas proscritas e/ou de uso controlado pelo Ministério da Saúde e Justiça (no Brasil).
No Brasil estão relacionadas na portaria n.º 344, de 12 de maio de 1998 do Ministério da Saúde que foi sucessivamente atualizada por resoluções: RDC nº 18, de 28/01/2003; RDC nº 178, de 17/05/2002; RDC nº 98, de 20/11/2000 que aprovam o Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial.
Tal resolução fundamenta-se na Convenção Única sobre Entorpecentes de 1961 (Decreto n.º 54.216/64); Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas, de 1971 (Decreto n.º 79.388/77); Convenção Contra o Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Substâncias Psicotrópicas, de 1988 (Decreto n.º 154/91); Decreto-Lei n.º 891/38; Decreto-Lei n.º 157/67; Lei n.º 5.991/73; a Lei n.º 6.360/76; Lei n.º 6.368/76; Lei n.º 6.437/77; Decreto n.º 74.170/74; Decreto n.º 79.094/77; Decreto n.º 78.992/76 e as Resoluções GMC n.º 24/98 e n.º 27/98. Estabelecendo Lista das substâncias entorpecentes e psicotrópicas sujeitas a notificação de receita e controle especial além das Listas - D1 D2 e F que correspondem à substancias também controladas pelo Ministério da Justiça e aparelho policial por serem de uso proscrito.
Listas - D1 D2 e F
Lista de substâncias precursoras de entorpecentes e/ou psicotrópicos
Lista de insumos químicos utilizados como precursores para fabricação e síntese de entorpecentes e/ou psicotrópicos (sujeitos a controle do ministério da justiça)
Lista de plantas que podem originar substâncias entorpecentes e/ou psicotrópicas, e/ou
todos os sais e isômeros das substâncias obtidas a parti das plantas elencadas acima.
Lista das substâncias de uso proscrito no Brasil ( Lista F1 e F2 - substâncias entorpecentes e substâncias psicotrópicas)
As principais drogas sintéticas proscritas são:
Anfetamina: (“Bolinha” ou “arrebite”). Droga produzida desde 1927 como vasoconstrictor, com ação semelhante à cocaína. Muitas drogas sintéticas são derivadas de anfetaminas.
LSD 25 (Dietilamida de ácido lisérgico). Sintetizado em 1938, e usado como alucinógeno a partir da década de 1950.
Quetamina (Special-K): Anestésico de uso veterinário e humano na forma líquida ou cristal branco que é aspirado. Foi produzido nos anos a partir da década de 1960.
GHB (ácido gama-hidroxibutírico): É usado na forma de sal ou diluído em água ( conhecido como “ecstasy líquido” ). Inicialmente foi produzido como anestésico, e a partir da década de 1960 como droga alucinógena.
GLB ( Gama-butirolactona ). Derivado do GHB, utilizado com a mesma finalidade.
PCP ( Cloridrato de eniciclidina ). Pó branco cristalino solúvel em água que surgiu nos anos 70. É inalado, ingerido ou injetado
Cetamina. Droga anestésica derivada do PCP para uso veterinário e humano produzida em 1965, utilizado logo como alucinógeno.
DOB ( 2,5-dimetoxi-4-bromoanfetamina ). Conhecida desde 1967. É um derivado da anfetamina, podendo ser usado como base para a produção do ecstasy.
PMA ( Para-metoxianfetamina ) . Afetamina modificada.
PMMA ( Para-metoximetilanfetamina ). Anfetamina modificada produzida com o nome de “mitsubishi”
2-CB ( 4-bromo-2,5-dimetoxifenetilamina) . Conhecida como “nexus” tem efeito psicodélico semelhante ao LSD.
2-CT-7 ( 2,5-dimetoxi-4(n)-propiltiofenetilamina ) com efeito psicodélico semelhante ao LSD. O D-CB e o 2-CT-7 foram produzidos na década de 70.
MDMA ( Ecstasy , extase ) : Um derivado de anfetamina. Comprimido ingerido por via oral. O ecstasy foi sintetizado em 1912, e o seu uso como entorpecente iniciou-se na década de 70 nos EUA.
4-MTA ( 4-metiltioanfetamina ) ( “flatliner” ) é uma anfetamina modificada produzida nos anos 70.
Ice. Uma anfetamina modificada. Um cristal branco semelhante ao gelo. Pode ser injetado, ingerido ou inalado. Surgiu nos anos 80.
Anabolizante: Versão sintética da testosterona. Comprimidos ou ampolas. Via oral ou intramuscular para aumentar a massa corporal.
MPTP (1-metil-4-fenil-1,2,3,6-tetrahidropiridina ) – Surgiu na década de 80 provocando sintomas semelhantes ao mal de Parkinson.
14 de mai. de 2012
Enquanto isso, uma nova geração de drogas entra no Brasil e é consumida livremente. São as chamadas legal highs, conhecidas aqui como drogas disfarçadas
A polícia reforça a segurança nas fronteiras para impedir a entrada de maconha e cocaína. Favelas são invadidas. Deputados votam leis severas contra o tráfico. E os prefeitos tentam coibir o uso de crack nas ruas.
Enquanto isso, uma nova geração de drogas entra no Brasil e é consumida livremente. São as chamadas legal highs, conhecidas aqui como drogas disfarçadas.
Substâncias criadas em laboratório que imitam o efeito das drogas já conhecidas. Mas como possuem uma fórmula recém criada, ainda não estão na lista de entorpecentes. E por isso não são combatidas.
Um site inglês oferece dezenas de tipos dessas novas drogas sintéticas. É um site de vendas como outro qualquer. Você escolhe a mercadoria, como uma que diz provocar os mesmos efeitos do ecstasy. Depois preenche seus dados e eles prometem fazer a entrega em até 20 dias úteis por correio em qualquer parte do mundo.
O órgão nacional responsável por dizer quais substâncias devem ser classificadas como ilegais no país, a Anvisa, admite que a fiscalização está cada vez mais difícil.
“Essas drogas têm surgido cada vez com mais velocidade e fica em um jogo de gato e rato. Se desenha uma nova substância e a gente tem que classificá-la como proibida”, diz Elmo Santana, coordenador de produtos controlados da Anvisa.
De acordo com um relatório publicado este mês pela União Europeia, a cada semana uma nova droga sintética é criada no mundo. Mas no Brasil, nos últimos cinco anos, apenas sete substâncias foram identificadas e entraram para a lista das proibidas.
Está claro então que existe um monte de substancias perigosas circulando por aí que ainda não são chamadas de drogas. Mas o que acontece se alguém é pego com uma delas?
“Enquanto uma substância não é classificada ou como controlada, ou como proibida, não há nenhum crime nem envolvendo a utilização ou a venda daquela substância”, diz Santana.
Não é só por aqui que a guerra parece perdida. Nos Estados Unidos e em alguns países europeus, proliferam pelas ruas lojas que vendem livremente estas substâncias. O Fantástico visitou uma delas em Londres. O dono do estabelecimento não quis se identificar, mas mostrou o que havia de novo em sua vitrine.
O primeiro produto apresentado foi um parecido com aquele que estava à venda pela internet: também imita os efeitos do ecstasy. Mas é fabricado com produtos ainda não catalogados.
E a grande novidade foi uma mercadoria ainda sem rótulo, nem nome, mas que serve como substituta à cocaína. Totalmente sintética e legalizada.
“É um risco muito grande porque muitas dessas substâncias tem toxicidade alta e um efeito colateral muito grande. Isso só vai se descobrir depois de algum tempo de uso”, diz Paulo Telles, pesquisador do núcleo de estudos e pesquisas de drogas da UERJ
Estreia esta semana no cinema "Paraísos artificiais", que mostra como as drogas sintéticas fazem cada vez mais parte da vida dos jovens. O diretor Marcos Prado estudou durante três anos o tema. E chegou a uma conclusão importante.
“Falta muita política de prevenção de danos aqui neste país. A gente se preocupa com o crack, que é muito importante, que é muito perigoso. Mas falta política de informação para o jovem. No mundo lá fora, existe, é fomentado, mas aqui no Brasil ainda está engatinhando, porque os jovens continuam consumindo drogas sintéticas que chegam. Outro dia eu descobri uma que chamava 2CB”.
Marcos Prado ficou sabendo da existência desta tal droga há um ano. Foi somente esta semana que a polícia de Florianópolis conseguiu apreender e registrar a existência no Brasil da 2CB.
“Ele é muito semelhante ao ecstasy, ele possui os mesmos efeitos euforizantes. Porém ele pode ser considerado mais perigoso uma vez que ele é 10 vezes mais alucinógeno que o ecstasy. No Brasil ainda não é proibido e agora nos vamos entrar em contato com a Anvisa”, afirma Bruna Boff, perita da Polícia Civil de Santa Catarina.
Este processo de classificação de uma substância como perigosa dura pelo menos dois meses. Mas quando a 2CB for finalmente proibida, outras drogas novíssimas já vão estar nas ruas e nas pistas de dança.
Enquanto isso, uma nova geração de drogas entra no Brasil e é consumida livremente. São as chamadas legal highs, conhecidas aqui como drogas disfarçadas.
Substâncias criadas em laboratório que imitam o efeito das drogas já conhecidas. Mas como possuem uma fórmula recém criada, ainda não estão na lista de entorpecentes. E por isso não são combatidas.
Um site inglês oferece dezenas de tipos dessas novas drogas sintéticas. É um site de vendas como outro qualquer. Você escolhe a mercadoria, como uma que diz provocar os mesmos efeitos do ecstasy. Depois preenche seus dados e eles prometem fazer a entrega em até 20 dias úteis por correio em qualquer parte do mundo.
O órgão nacional responsável por dizer quais substâncias devem ser classificadas como ilegais no país, a Anvisa, admite que a fiscalização está cada vez mais difícil.
“Essas drogas têm surgido cada vez com mais velocidade e fica em um jogo de gato e rato. Se desenha uma nova substância e a gente tem que classificá-la como proibida”, diz Elmo Santana, coordenador de produtos controlados da Anvisa.
De acordo com um relatório publicado este mês pela União Europeia, a cada semana uma nova droga sintética é criada no mundo. Mas no Brasil, nos últimos cinco anos, apenas sete substâncias foram identificadas e entraram para a lista das proibidas.
Está claro então que existe um monte de substancias perigosas circulando por aí que ainda não são chamadas de drogas. Mas o que acontece se alguém é pego com uma delas?
“Enquanto uma substância não é classificada ou como controlada, ou como proibida, não há nenhum crime nem envolvendo a utilização ou a venda daquela substância”, diz Santana.
Não é só por aqui que a guerra parece perdida. Nos Estados Unidos e em alguns países europeus, proliferam pelas ruas lojas que vendem livremente estas substâncias. O Fantástico visitou uma delas em Londres. O dono do estabelecimento não quis se identificar, mas mostrou o que havia de novo em sua vitrine.
O primeiro produto apresentado foi um parecido com aquele que estava à venda pela internet: também imita os efeitos do ecstasy. Mas é fabricado com produtos ainda não catalogados.
E a grande novidade foi uma mercadoria ainda sem rótulo, nem nome, mas que serve como substituta à cocaína. Totalmente sintética e legalizada.
“É um risco muito grande porque muitas dessas substâncias tem toxicidade alta e um efeito colateral muito grande. Isso só vai se descobrir depois de algum tempo de uso”, diz Paulo Telles, pesquisador do núcleo de estudos e pesquisas de drogas da UERJ
Estreia esta semana no cinema "Paraísos artificiais", que mostra como as drogas sintéticas fazem cada vez mais parte da vida dos jovens. O diretor Marcos Prado estudou durante três anos o tema. E chegou a uma conclusão importante.
“Falta muita política de prevenção de danos aqui neste país. A gente se preocupa com o crack, que é muito importante, que é muito perigoso. Mas falta política de informação para o jovem. No mundo lá fora, existe, é fomentado, mas aqui no Brasil ainda está engatinhando, porque os jovens continuam consumindo drogas sintéticas que chegam. Outro dia eu descobri uma que chamava 2CB”.
Marcos Prado ficou sabendo da existência desta tal droga há um ano. Foi somente esta semana que a polícia de Florianópolis conseguiu apreender e registrar a existência no Brasil da 2CB.
“Ele é muito semelhante ao ecstasy, ele possui os mesmos efeitos euforizantes. Porém ele pode ser considerado mais perigoso uma vez que ele é 10 vezes mais alucinógeno que o ecstasy. No Brasil ainda não é proibido e agora nos vamos entrar em contato com a Anvisa”, afirma Bruna Boff, perita da Polícia Civil de Santa Catarina.
Este processo de classificação de uma substância como perigosa dura pelo menos dois meses. Mas quando a 2CB for finalmente proibida, outras drogas novíssimas já vão estar nas ruas e nas pistas de dança.
8 de mai. de 2012
MERLA.
A merla é um subproduto da cocaína. É obtida das folhas de coca às quais se adicionam alguns solventes como ácido sulfúrico, querosene, cal virgem, etc, transformando-se num produto de consistência pastosa com uma concentração variável entre 40 a 70% de cocaína. Um quilo de cocaína chega a produzir três quilos de merla. Pode ser fumada pura ou misturada ao tabaco comum, ou à maconha (bazuca). Possui a cor amarelo pálido a mais escuro quando vai envelhecendo.
Sob a forma base, a merla (mela, mel ou melado) preparada de forma diferente do crack, também é fumada. Enquanto o crack ganhou popularidade em São Paulo, Brasília foi a cidade vítima da merla. De fato, pesquisa recente mostra que mais de 50% dos usuários de drogas da nossa Capital Federal fazem uso de merla e apenas 2% de crack.
É uma droga altamente perigosa, que causa dependência física e psíquica, além de provocar danos, às vezes irreversíveis ao organismo.
Assim que a merla é fumada alcança o pulmão, que é um órgão intensivamente vascularizado e com grande superfície, levando a uma absorção instantânea. Através do pulmão, cai quase imediatamente na circulação cerebral chegando rapidamente ao cérebro. Com isto, pela via pulmonar a merla "encurta" o caminho para chegar no cérebro, aparecendo os efeitos da cocaína muito mais rápido do que outras vias. Em 10 a 15 segundos os primeiros efeitos já ocorrem, enquanto que os efeitos após cheirar o "pó" acontecem após 10 a 15 minutos e após a injeção, em 3 a 5 minutos.
Sua absorção normalmente é muito grande através da mucosa pulmonar e seu efeito é excitante do sistema nervoso central. Sua atuação é semelhante a da cocaína, causa euforia, aumento de energia, diminuição da fadiga, do sono, do apetite, ocasionando perda de peso e psicose tóxica (alucinações, delírios, confusão mental). Devido aos resíduos dos ácidos solventes, os usuários poderão apresentar casos de fibrose (endurecimento pulmonar).
Durante o uso podem ocorrer convulsões e perda da consciência. As convulsões podem levar a parada respiratória, coma, ou parada cardíaca e, obviamente, à morte.
O usuário comumente apresenta as extremidades dos dedos amareladas. Pode evidenciar lacrimejamento, olhos avermelhados, irritados, respiração difícil, tremores das mãos, muita inquietação e irritabilidade. A longo prazo, perda dos dentes causado pelo ácido de bateria usado na mistura.
Passado a euforia provocada pelo uso, surgem efeitos como alucinações, depressão, sensação de medo e paranóia de perseguição, por isso a merla é também chamada pelos usuários de "nóia", gíria derivada da palavra paranóia. Essas sensações continuadas podem, em alguns casos, levar ao suicídio.
A "fissura" no caso da merla é avassaladora, já que os efeitos da droga são muito rápidos e intensos. Em menos de um mês ele perde muito peso (8 a 10kg) e num tempo um pouco maior de uso ele perde todas as noções básicas de higiene ficando com um aspecto deplorável.
Somatório dos princípios do crack, dos inalantes e de outros produtos químicos altamente tóxicos e viciantes usados na sua fabricação, a merla aciona o circuito de recompensa, libera neurotransmissores e exaure os neurônios.
Os efeitos duram cerca de quinze minutos. A primeira sensação é de bem-estar.
Seu uso é ainda mais difícil de disfarçar, por ser ela muito mais atuante no organismo do que o crack. Uma de suas características é o cheiro que o corpo exala na eliminação (pela transpiração intensa) dos produtos químicos adicionados durante o preparo da droga. Os usuários cheiram a querosene, gasolina, benzina e éter.
Os usuários de merla rapidamente entram para a delinquência: 68,7% roubavam para sustentar o vício e 17% se envolveram com o tráfico para comprar a droga. Não bastasse tudo isso, o sofrimento é tão grande que 20,5% dos usuários tentaram o suicídio para fugir à síndrome de abstinência u à depressão causada pelo uso contínuo.
7 de mai. de 2012
Fármacos mais mortíferos que drogas ilegais
04/03/2011 - 14:40
O número de mortes por consumo excessivo de medicamentos já é superior, nalguns países, ao número de mortes por consumo de drogas ilegais, como a heroína ou a cocaína. A conclusão é da Junta Internacional de Fiscalização de Estupefacientes (JIFE), que, no seu relatório anual apresentado quinta-feira em Viena, expressou a sua preocupação com o nível mundial cada vez mais elevado de consumo de analgésicos opiáceos, avança o jornal Público.
De acordo com o relatório da ONU, o consumo global deste tipo de analgésicos cresceu significativamente nos últimos anos, tendo, por exemplo, o nível de consumo de morfina aumentado em cerca de sete vezes de 1989 para 2009.
É nos EUA e na Europa que os níveis de consumo destas substâncias são mais elevados e o Governo americano já fez saber que o abuso de medicamentos de venda com receita é o problema de droga que mais rapidamente cresce no país.
O número de mortes por abuso de drogas lícitas aumentou "bruscamente" e esta é a categoria de estupefacientes em que ocorre maior dependência e abuso, a seguir à cannabis.
A JIFE alerta também para o crescimento preocupante das chamadas "drogas sintéticas", substâncias que são especialmente desenvolvidas para contornar as medidas de controlo de estupefacientes existentes. Este tipo de substâncias são manufacturadas através da modificação da estrutura molecular de substâncias controladas e as instruções de produção são facilmente encontradas na Internet.
Uma das "drogas sintéticas" mais publicitada é a mefedrona, substância cujo consumo tem vindo a aumentar, apesar de ter sido recentemente proibida pela União Europeia. Provocando efeitos semelhantes à cocaína, às anfetaminas e ao ecstasy, a mefedrona está ligada à morte de mais de 35 pessoas no Reino Unido e na Irlanda.
Mas o mais alarmante neste relatório das Nações Unidas não é o abuso de drogas ilícitas, mas sim o alto consumo e dependência de medicamentos totalmente legais.
Abuso de medicamentos totalmente legais
A Europa atinge o recorde mundial de utilização de benzodiazepinas, um grupo de fármacos utilizado como sedativos, hipnóticos ou relaxantes musculares e os EUA são o país onde o consumo de estimulantes para potenciar artificialmente o rendimento do corpo e da mente é mais elevado. O uso mundial de metilfenidato (conhecido também por ritalina), e que é usado para aumentar o défice de concentração e em situações de hiperactividade, subiu 30% entre 2005 e 2009.
A JIFE alerta para o facto de circularem receitas de narcóticos e de substâncias psicotrópicas falsas; para o facto de as farmácias fornecerem medicamentos sem exigirem a requerida receita médica e ainda para o facto de os doentes detentores das receitas fornecerem os medicamentos a outros. O controlo destas situações seria uma forma de diminuir o consumo desnecessário de fármacos.
No pólo oposto estão a África, a Ásia e a América Latina, áreas onde o acesso a medicamentos é insuficiente ou até inexistente. Segundo o relatório, 90% das drogas lícitas são consumidas por dez% da população mundial, enquanto 80% da população tem pouco ou nenhum acesso a medicamentos que evitariam muito sofrimento.
De acordo com o relatório da ONU, o consumo global deste tipo de analgésicos cresceu significativamente nos últimos anos, tendo, por exemplo, o nível de consumo de morfina aumentado em cerca de sete vezes de 1989 para 2009.
É nos EUA e na Europa que os níveis de consumo destas substâncias são mais elevados e o Governo americano já fez saber que o abuso de medicamentos de venda com receita é o problema de droga que mais rapidamente cresce no país.
O número de mortes por abuso de drogas lícitas aumentou "bruscamente" e esta é a categoria de estupefacientes em que ocorre maior dependência e abuso, a seguir à cannabis.
A JIFE alerta também para o crescimento preocupante das chamadas "drogas sintéticas", substâncias que são especialmente desenvolvidas para contornar as medidas de controlo de estupefacientes existentes. Este tipo de substâncias são manufacturadas através da modificação da estrutura molecular de substâncias controladas e as instruções de produção são facilmente encontradas na Internet.
Uma das "drogas sintéticas" mais publicitada é a mefedrona, substância cujo consumo tem vindo a aumentar, apesar de ter sido recentemente proibida pela União Europeia. Provocando efeitos semelhantes à cocaína, às anfetaminas e ao ecstasy, a mefedrona está ligada à morte de mais de 35 pessoas no Reino Unido e na Irlanda.
Mas o mais alarmante neste relatório das Nações Unidas não é o abuso de drogas ilícitas, mas sim o alto consumo e dependência de medicamentos totalmente legais.
Abuso de medicamentos totalmente legais
A Europa atinge o recorde mundial de utilização de benzodiazepinas, um grupo de fármacos utilizado como sedativos, hipnóticos ou relaxantes musculares e os EUA são o país onde o consumo de estimulantes para potenciar artificialmente o rendimento do corpo e da mente é mais elevado. O uso mundial de metilfenidato (conhecido também por ritalina), e que é usado para aumentar o défice de concentração e em situações de hiperactividade, subiu 30% entre 2005 e 2009.
A JIFE alerta para o facto de circularem receitas de narcóticos e de substâncias psicotrópicas falsas; para o facto de as farmácias fornecerem medicamentos sem exigirem a requerida receita médica e ainda para o facto de os doentes detentores das receitas fornecerem os medicamentos a outros. O controlo destas situações seria uma forma de diminuir o consumo desnecessário de fármacos.
No pólo oposto estão a África, a Ásia e a América Latina, áreas onde o acesso a medicamentos é insuficiente ou até inexistente. Segundo o relatório, 90% das drogas lícitas são consumidas por dez% da população mundial, enquanto 80% da população tem pouco ou nenhum acesso a medicamentos que evitariam muito sofrimento.
5 de mai. de 2012
2010 foi ano recorde de novas drogas sintéticas na Europa
11/05/2011 - 14:42
Em 2010, bateu-se o recorde de novas drogas descobertas na Europa, com 41 substâncias psicoativas identificadas pelo sistema de alerta rápido, muitas à venda por vias legais, avança a TSF.
O relatório do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, relativo a novas drogas descobertas em 2010, surge no dia em que se reúne em Lisboa o primeiro Fórum Multidisciplinar Internacional de Novas Drogas e nele se destaca o "ritmo sem precedentes" a que são comunicadas novas drogas no sistema de alerta da Europol e do Observatório, o Reitox.
O Observatório salienta que "é o maior número de substâncias relatadas num único ano", assinalando que tal acontece num contexto em que cresce o fenómeno das "drogas legais".
Muitas das substâncias identificadas são compradas através da Internet e em lojas especializadas, as chamadas "smart shops" ou "head shops".
O director do Observatório, Wolfgang Götz, destacou que falta ao sistema de alerta rápido capacidade para "antecipar ameaças", o que se conseguiria com um investimento nas instalações laboratoriais pela Europa para que pudessem "comprar, sintetizar e estudar novos componentes" destas substâncias.
Das novas drogas detetadas, quinze são catinonas sintéticas, o que torna esta classe "uma das maiores" monitorizadas pelo sistema de alerta rápido. As catinonas são alcalóides com efeitos semelhantes aos das anfetaminas: excitação e euforia.
Entre estas catinonas sintéticas está a mefedrona - também conhecida como "miau miau" -, vendida livremente em Portugal como fertilizante vegetal até há poucos meses mas cujo processo de inclusão na lista de produtos controlados começou em Fevereiro passado, seguindo uma recomendação do Conselho da Europa de dezembro do ano passado.
Em 2010 foram detetados ainda onze novos canabinóides sintéticos, que já são mais de vinte na lista do sistema de alerta rápido.
Uma das formas mais comuns de comercialização destes canabinóides é o "Spice", apresentado como uma mistura de ervas para queimar como ambientador mas que é fumada para replicar os efeitos do cannabis, com "efeitos adversos para a saúde" registados.
O relatório refere que 16 países europeus já tomaram a iniciativa de proibir ou controlar os produtos como o "Spice" desde 2009 e destaca que a variedade de compostos químicos empregues nas misturas, "muitas vezes em combinações diferentes, são difíceis de analisar e são um desafio para os cientistas forenses".
Por isso, é cada vez mais necessária a "colaboração entre diferentes laboratórios" quer a nível nacional, quer internacional.
"A rapidez com que surgem [novas substâncias psicoativas] e os modos de distribuição desafiam os meios tradicionais de controlo", refere-se no relatório, a par de um crescente "interesse e preocupação" a nível político e social com as "drogas legais".
Pela primeira vez, surgiram derivados de duas drogas bem conhecidas: a fenciclidina, conhecida como PCP ou "pó de anjo" e a quetamina, um anestésico.
O relatório do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência, relativo a novas drogas descobertas em 2010, surge no dia em que se reúne em Lisboa o primeiro Fórum Multidisciplinar Internacional de Novas Drogas e nele se destaca o "ritmo sem precedentes" a que são comunicadas novas drogas no sistema de alerta da Europol e do Observatório, o Reitox.
O Observatório salienta que "é o maior número de substâncias relatadas num único ano", assinalando que tal acontece num contexto em que cresce o fenómeno das "drogas legais".
Muitas das substâncias identificadas são compradas através da Internet e em lojas especializadas, as chamadas "smart shops" ou "head shops".
O director do Observatório, Wolfgang Götz, destacou que falta ao sistema de alerta rápido capacidade para "antecipar ameaças", o que se conseguiria com um investimento nas instalações laboratoriais pela Europa para que pudessem "comprar, sintetizar e estudar novos componentes" destas substâncias.
Das novas drogas detetadas, quinze são catinonas sintéticas, o que torna esta classe "uma das maiores" monitorizadas pelo sistema de alerta rápido. As catinonas são alcalóides com efeitos semelhantes aos das anfetaminas: excitação e euforia.
Entre estas catinonas sintéticas está a mefedrona - também conhecida como "miau miau" -, vendida livremente em Portugal como fertilizante vegetal até há poucos meses mas cujo processo de inclusão na lista de produtos controlados começou em Fevereiro passado, seguindo uma recomendação do Conselho da Europa de dezembro do ano passado.
Em 2010 foram detetados ainda onze novos canabinóides sintéticos, que já são mais de vinte na lista do sistema de alerta rápido.
Uma das formas mais comuns de comercialização destes canabinóides é o "Spice", apresentado como uma mistura de ervas para queimar como ambientador mas que é fumada para replicar os efeitos do cannabis, com "efeitos adversos para a saúde" registados.
O relatório refere que 16 países europeus já tomaram a iniciativa de proibir ou controlar os produtos como o "Spice" desde 2009 e destaca que a variedade de compostos químicos empregues nas misturas, "muitas vezes em combinações diferentes, são difíceis de analisar e são um desafio para os cientistas forenses".
Por isso, é cada vez mais necessária a "colaboração entre diferentes laboratórios" quer a nível nacional, quer internacional.
"A rapidez com que surgem [novas substâncias psicoativas] e os modos de distribuição desafiam os meios tradicionais de controlo", refere-se no relatório, a par de um crescente "interesse e preocupação" a nível político e social com as "drogas legais".
Pela primeira vez, surgiram derivados de duas drogas bem conhecidas: a fenciclidina, conhecida como PCP ou "pó de anjo" e a quetamina, um anestésico.
1 de mai. de 2012
Uma nova droga sintética é lançada a cada semana, alerta União Europeia
A tendência vem se confirmando, ou seja, as drogas sintéticas psicoativas (feitas em laboratórios e sem componentes naturais) estão substituindo as semi-sintéticas como, por exemplo, o cloridrato de cocaína: o cloridrato de cocaína tem a folha natural de coca como matéria-prima.
Segundo constatado pela União Europeia, nos dois últimos anos foi ofertado ao mercado consumidor um novo tipo de droga sintética a cada semana. Em outras palavras, por semana um tipo desconhecido e com componentes ativos proibidos por lei e genericamente denominados por metanfetaminas.
Para Viviane Reding, comissária da pasta da Justiça da União Europeia, o dado é alarmante, uma droga nova por semana.
No ano de 2010, as polícias dos Estados-membros da União Europeia apreenderam 48 novas drogas proibidas, com misturas e princípios ativos diversos. Como bem sabem todos os que acompanham a geoeconomia das drogas ilícitas, basta uma novidade que tenha caído no gosto de uns poucos usuários para a substância se espalhar e conquistar mercados. Pelas infovias, os que experimentaram e aprovaram cuidam da difusão espontânea.
Viviane Reding, em entrevista dada hoje em Bruxelas, destacou que “as novas drogas sintéticas estão a avançar e tornaram-se disponíveis num nível sem precedentes na Europa. Por isso, o tráfico transfronteiriço virou o crime de maior incidência nos estados integrantes da União Europeia”.
No Brasil está a maior indústria química da América Latina. E a falta de fiscalização dos insumos poderá transformar o nosso país em grande produtor de drogas sintéticas. Será um concorrente da Colômbia, Peru e Bolívia, países de cultivo de coca e produção de cloridrato de cocaína.
O destacado pela comissária Reding não representa exageros. Uma recentíssima pesquisa do Eurobarômetro revela que os jovens europeus estão cada vez mais expostos à oferta de drogas proibidas. Pelos dados apresentados pelo Eurobarômetro, 5% dos jovens admitiram ter feito uso de drogas e na Irlanda o porcentual chega a 16%, com 9% na Polônia e 8% no Reino Unido.
PANO RÁPIDO. As drogas sintéticas perderam mercado nos anos 90 por causa da impureza na elaboração, isto por químicos diletantes unidos a pequenos traficantes, ambos sem vínculos com as máfias internacionais.
Hoje o quadro é diverso e as máfias internacionais cuidam da elaboração e da oferta. Para elas, o lucro com as sintéticas é muito maior do que com a cocaína, cuja matéria-prima é Andina e o transporte do cloridrato é caro. As sintéticas são produzidas, como regra, nos próprios locais (estados nacionais) de oferta. Quando não, em países vizinhos.
Wálter Fanganiello Maierovitch
Segundo constatado pela União Europeia, nos dois últimos anos foi ofertado ao mercado consumidor um novo tipo de droga sintética a cada semana. Em outras palavras, por semana um tipo desconhecido e com componentes ativos proibidos por lei e genericamente denominados por metanfetaminas.
Para Viviane Reding, comissária da pasta da Justiça da União Europeia, o dado é alarmante, uma droga nova por semana.
No ano de 2010, as polícias dos Estados-membros da União Europeia apreenderam 48 novas drogas proibidas, com misturas e princípios ativos diversos. Como bem sabem todos os que acompanham a geoeconomia das drogas ilícitas, basta uma novidade que tenha caído no gosto de uns poucos usuários para a substância se espalhar e conquistar mercados. Pelas infovias, os que experimentaram e aprovaram cuidam da difusão espontânea.
Viviane Reding, em entrevista dada hoje em Bruxelas, destacou que “as novas drogas sintéticas estão a avançar e tornaram-se disponíveis num nível sem precedentes na Europa. Por isso, o tráfico transfronteiriço virou o crime de maior incidência nos estados integrantes da União Europeia”.
No Brasil está a maior indústria química da América Latina. E a falta de fiscalização dos insumos poderá transformar o nosso país em grande produtor de drogas sintéticas. Será um concorrente da Colômbia, Peru e Bolívia, países de cultivo de coca e produção de cloridrato de cocaína.
O destacado pela comissária Reding não representa exageros. Uma recentíssima pesquisa do Eurobarômetro revela que os jovens europeus estão cada vez mais expostos à oferta de drogas proibidas. Pelos dados apresentados pelo Eurobarômetro, 5% dos jovens admitiram ter feito uso de drogas e na Irlanda o porcentual chega a 16%, com 9% na Polônia e 8% no Reino Unido.
PANO RÁPIDO. As drogas sintéticas perderam mercado nos anos 90 por causa da impureza na elaboração, isto por químicos diletantes unidos a pequenos traficantes, ambos sem vínculos com as máfias internacionais.
Hoje o quadro é diverso e as máfias internacionais cuidam da elaboração e da oferta. Para elas, o lucro com as sintéticas é muito maior do que com a cocaína, cuja matéria-prima é Andina e o transporte do cloridrato é caro. As sintéticas são produzidas, como regra, nos próprios locais (estados nacionais) de oferta. Quando não, em países vizinhos.
Wálter Fanganiello Maierovitch
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