Jovens de Classe Média se Envolvem em Criminalidade !!!
Por que pessoas que
possuem uma vida estável roubam?
Tirar o que pertence alguém se você nada tem em sua casa, já nos traz indignação, pois todos nos seres humanos nascemos com possibilidade de ser o que quisermos, basta estudar. E não é porque não tenho condições financeiras, que vou usar desse artifício para virar um ladrão.
Mas pio ainda é pensar naquele que teve toda a oportunidade
para estudar, trabalhar, teve um lar, e mesmo assim rouba.
Analisem, vivem sustentados pelos pais, ganham de tudo, quando
falta alguma coisa, acham que a sociedade tem o dever de lhes prover, caso
contrário vão ser criminosos e vão fazer estrago até conseguir o que querem.Fora
que brincar de polícia e ladrão é divertido (pela TV e nos jogos eletrônicos,
pelo menos). Eric Berne, psicólogo, dizia que há uma certa recompensa interna em
relações sociais destrutivas, conhecidas como JOGOS. E o jogo "Bandido e
Mocinho", no qual alguém comete crimes só pelo prazer de correr o risco de ser
pego, foi fartamente documentado pelo autor.
Mas qual seria o prazer em fazer alguém sentir medo, em bater
em empregadas domésticas, em homossexuais, botar fogo em índio nos pontos de
ônibus, ou fazer terrorismo em bairros distantes de suas casas?
Muitas vezes também, o roubo ocorre por causa da necessidade
em manter o vício, em uma grande maioria esses jovens, estão viciados, e suas
famílias sabendo disso, passam a não mais liberar suas mesadas, então eles
deixam de paga as faculdades, vendem seus pertences valiosos, tiram objetos de
casa, para vender e comprar mais drogas, e quando isso tudo acaba, resta roubar
e alimentar seu vício.
Veja o depoimento de uma amiga de jovens de classe média que
entraram para a criminalidade.
"Curioso, eu só acho que nem os que "precisam" deveriam
fazê-lo. Roubar, mesmo sendo um ato de desespero, nunca é a melhor solução.
Ainda mais quando o que se rouba é roupinha de marca, tênis, esse tipo de
coisa...Jovens de classe média-alta podem ter o que o dinheiro compra, mas não
têm orientação nenhuma. Os pais quase nem ligam para eles. Buscam na rua o que
não têm em casa: emoção. E, nisso, eles roubam, matam, estupram, torturam...Uns
roubam por necessidade, outros, para sustentar uma imagem, outros, para chamar a
atenção..."
Será que também os pais, tem culpa? Vivemos em um mundo onde
todos os dias corremos para garantir nosso salário no fim do mês, muitos desses
pais, correm para manter seu status na sociedade, mas na verdade sua família
está entrando em ruínas. Seu filho não sabe o que é amor, sua babá é a televisão
e o playstation. Jogos em que muitas vezes tem um conteúdo violento, o que
alimenta ainda mais uma personalidade má.
Ontem também fiquei indignada, a menos de 500 metros de nossa
escola (Serra - ES ), tive uma tentativa de roubo, infelizmente reagi, digo
infelizmente, pois eles poderiam estar armados e eu poderia sofrer péssimas
consequências por causa de um celular. Não fui roubada, mas fiquei muito triste
em ver nossa juventude perdida. Eram cinco jovens, média de 16 anos, estavam de
bicicleta e bem vestidos. Poderiam estar na escola. O que está ocorrendo de fato
com nossa sociedade?
Qual é a diferença
entre roubo e furto?
O furtoO furto ocorre quando o autor do crime, se apropria de
um objeto, ou valor financeiro no qual ele não possui nem a posse (caixa de
supermercado), nem o direito(dono da grana). Esse crime comporta a forma
qualificada quando o ladrão precisa ultrapassar barreira (um muro por exemplo)
ou destreza (precisa detrancar uma porta).O RouboEste tipo penal (crime ou
contravenção penal) acontece quando com emprego de violência (Grita, dá um soco,
esbarrão) ou grave ameaça (fala que vai matar se não entregar a coisa) o autor
se apropria de algo que não possui nem a posse nem o direito. Este crime possui
sua forma qualificada quando a ameaça é feita com emprego de arma de fogoEm
linhas gerais pode-se dizer que o furto é a mesma coisa que o roubo, porém não
existe a violência, ou a grave ameaça, traduzindo, o roubo seria a modalidade
violenta do furto..
Leia os Artigos de Jornais Abaixo:
JOVENS DE CLASSE
MÉDIA ROUBAM E ESPANCAM DOMÉSTICA
Cinco jovens de classe média roubaram e agrediram a socos e pontapés a empregada doméstica Sirlei Dias Carvalho Pinto, de 32 anos, que estava em um ponto de ônibus na Barra da Tijuca, bairro de elite na zona oeste do Rio, na manhã de sábado, 23. Um dos três agressores que foram presos justificou o crime à polícia dizendo que acharam que a mulher era "uma vagabunda". Dois deles estão foragidos.
O crime aconteceu por volta das 5 horas de sábado. Os jovens fugiram levando a bolsa de Sirlei, com telefone celular, documentos, carteira e R$ 47. Ela entrou correndo no prédio em que trabalha. Um motorista de táxi que testemunhou o crime anotou a placa do carro dos agressores e avisou ao segurança do edifício onde ela havia entrado.
Sirlei havia saído cedo da casa da patroa para ir ao médico. Segundo ela, o Gol preto com cinco ocupantes parou a cerca de 100 metros do ponto. "Eu vi que eram filhinhos-de-papai e achei que fossem entrar no prédio em frente. Mas eles vieram em minha direção, arrancaram a bolsa e começaram a me bater e xingar. Xingaram muito", disse ela.
Ela contou que se abaixou e colocou as mãos no rosto, numa tentativa de se proteger. Ao mesmo tempo, todos os rapazes chutavam sua cabeça: "Ainda estou com muita dor de cabeça". Eles também teriam agredido, com menos violência, outras duas mulheres que também estavam no ponto. Essas teriam conseguido fugir entrando em um ônibus.
Com o olho esquerdo roxo e um corte na face, além de hematomas no antebraço que comprovam sua tentativa de se defender, Sirlei foi levada pelo patrão para o Hospital Lourenço Jorge, onde foi atendida.
Através da placa do carro, policiais da 16ª Delegacia de Polícia (Barra da Tijuca)chegaram ao dono do carro, o estudante de direito Felipe Macedo Nery Neto, de 20 anos. Ele foi o primeiro a ser preso, confessou o crime e entregou os outros participantes.
Leonardo de Andrade e Júlio Junqueira, de 21 anos, também foram presos. Segundo o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, eles seriam indiciados por roubo, lesão corporal dolosa e formação de quadrilha e deveriam ser transferidos para a Polícia Interestadual (Polinter) ainda neste domingo. Os procurados pela polícia por suposta participação no crime são Rodrigo Bassalo, de 20 anos, e Rubens Arruda, de 19.
Na porta da delegacia, o técnico em informática Sérgio, pai de um dos jovens presos, que não quis dar o sobrenome nem dizer o nome do filho, disse estar em estado de choque. Segundo ele, os meninos se conheciam porque moravam em condomínios vizinhos e freqüentavam os mesmos lugares no bairro.
Na hora do crime, eles voltavam de uma festa rave no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste. "Como pai eu sou suspeito, mas meu filho estudava e trabalhava, ia e voltava do trabalho comigo, é um garoto bom", desculpou ele, contando que o rapaz afirma que não participou do espancamento, porque estava alcoolizado e sem condições de descer do carro.
"Se ele não participou, tenho medo que sua vida fique marcada por esse episódio, mas se espancou essa moça e a Justiça provar isso, então ele vai ter que pagar", disse Sérgio.
É a mesma coisa que a doméstica e sua família querem: "Justiça", pediu ela, que ainda não decidiu se irá processar os agressores por dano moral. "Eu também tenho um filho homem e não quero nada de mal para esses garotos, mas eles têm que ser julgados pelo que cometeram", disse o pedreiro Renato Moreira Carvalho, pai de Sirlei, que a acompanhou para prestar depoimento na delegacia.
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Jovem de Classe Media Rouba Celular em Bar.
Área nobre, jovens de classe média alta assistiam a
partida de futebol da final do Campeonato Brasileiro no Escritório Bar,
localizado na Praia do Canto, em Vitória. Mas, uma confusão no lado de fora fez
com que um jovem se aproveitasse da situação para cometer o crime.
As imagens
das câmeras de videomonitoramento flagraram um rapaz que se aproveitou quando a
mesa ficou vazia para pegar a cerveja da vítima. Ele serve os amigos e ainda
devolve a garrafa. Em seguida, rouba um celular que custa mais de R$ 500. Um dos
amigos do ladrão que está próximo comemora, dança e desdenha da vítima.
O dono do celular, ao retornar à mesa percebe o roubo e, sem
saber, pede ajuda ao próprio jovem que o roubou. O acusado, fingindo ajudar,
demonstra gentileza e liga para o celular roubado, que já estava
desligado.
Segundo investigações da polícia, o jovem que cometeu o furto pagou a conta em dinheiro, justamente para não ser identificado. Mas, o delegado responsável pelo caso afirmou que pelo rastreamento do celular da vítima poderá prender o ladrão.
Destacou o Delegado João Calmon, do Distrito Policial (DP) da Praia do Canto.
Fonte: Folha Vitória
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